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Tráfego de aeronaves da indústria offshore pauta a grande mídia e ganha destaque na imprensa nacional
Levantamento foi tema de 28 matérias em veículos de grande alcance, abordando o protagonismo do Rio de Janeiro no setor.
17/06/2026 | Notícias
por: Elaborado pela equipe do Informa Petróleo.
Aeronaves conectam bases em terra às operações no mar. Crédito: Freepik.
O levantamento inédito do Programa Macrorregional de Caracterização do Tráfego de Aeronaves (PMCTA) ganhou notoriedade na imprensa nacional entre março e maio de 2026 ao apresentar dados sobre o uso das bases aeroportuárias e o fluxo de aeronaves que dão suporte às operações marítimas de produção e escoamento de petróleo e gás. O estudo evidencia o protagonismo do estado do Rio de Janeiro, que concentrou 92,2% dos voos de suporte logístico nas Bacias de Santos, Campos e Espírito Santo.
Ao todo, os resultados evidenciados pelo programa, cujo monitoramento foi realizado por meio da Plataforma Comunique-se, resultaram em 28 publicações no período, medindo a visibilidade espontânea do tema. O assunto foi pauta da grande mídia, com destaque em veículos de ampla circulação e credibilidade, incluindo uma entrevista concedida pela coordenadora do PMCTA, Thalita Furtado, ao portal Broadcast, do Estadão. Na ocasião, ela ressaltou que os dados levantados vão além das informações disponibilizadas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac): “São estatísticas representativas do setor que ajudam a entender como essa logística influencia novos empreendimentos e investimentos nas regiões", afirmou.
Além disso, os dados do levantamento ganharam espaço em portais de grande relevância nacional e regional, como o G1. O veículo destacou o papel fundamental da infraestrutura aérea no transporte de trabalhadores e no suporte às operações offshore em uma região (o litoral Sul-Sudeste) que foi responsável por 94,5% de toda a produção nacional de petróleo e gás em 2024.
As matérias abordaram os dados sob a perspectiva regional, evidenciando o Norte Fluminense, especialmente Campos dos Goytacazes, como a região que concentra a maior parte dos voos de apoio à indústria, consolidando o município como principal polo logístico do setor.
Dados do levantamento:
Os números divulgados pelo PMCTA ajudam a dimensionar a relevância do território fluminense na aviação offshore brasileira. O estudo analisou um total de 137.209 voos entre os anos de 2022 e 2024. Apenas em 2024, ocorreram 45.960 operações na área monitorada, das quais mais de 42 mil envolveram pousos ou decolagens em aeroportos do Rio de Janeiro.
O levantamento também detalha o cenário intrarregional: somando as operações do Heliporto do Farol de São Tomé e do Aeroporto Bartolomeu Lisandro, o município de Campos dos Goytacazes concentrou 36,2% de toda a logística aérea offshore do Sul e Sudeste em 2024, com 16.660 voos, dado que contribuiu para a repercussão da notícia.
O PMCTA é uma ação do licenciamento ambiental federal, conduzido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), para as operações de produção e escoamento de petróleo e gás natural das operadoras que atuam nas Bacias de Santos, Campos e Espírito Santo.